Mostrando postagens com marcador Internacional. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Internacional. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 9 de abril de 2008

DCE Mário Prata realiza debate sobre América Latina em Nova Friburgo (RJ)

O DCE Mário Prata da Faculdade Santa Dorotéia realizou no dia 3 de Abril o debate "América Latina Hoje". O evento lotou a sala da faculdade e teve os palestrantes Raymundo de Oliveira (Presidente da Casa da América Latina) e Ivan Pinheiro (Vice-presidente da Casa da América Latina).

Foram analisados temas como o consumo de petróleo, a produção de etanol, as FARC, a crise diplomática envolvendo o Equador, a Venezuela e a Colômbia, além dos processos em curso nos países latino-americanos.

Segundo Fernando, coordenador do DCE, "foi fundamental ouvir as opiniões de Ivan Pinheiro e Raymundo de Oliveira sobre a conjuntura latino-americana e os processos políticos que se desenrolam na região. Os esclarecimentos trazidos aos estudantes e demais presentes gerarão, certamente, novos debates nas salas de aula além de novas interpretações sobre o momento que vivemos.”

Mais informações:
DCE Mário Prata
UJC Nova Friburgo

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

OCLAE comemora os seus 41 anos de vida e luta

Texto sobre os 41 anos da OCLAE.

“Em 41 anos de vida a OCLAE foi e continua sendo a porta-voz legítima dos anseios dos estudantes no continente, e quando outras ditaduras em diversos períodos ousaram tentar calar as entidades estudantis em seus respectivos países (Chile, Argentina, Uruguai, Paraguai, Colômbia, Granada, Haiti, Nicarágua, entre outros), nossa organização internacional furava bloqueios e gritava para todo o mundo, de várias formas e por distintos expedientes, as atrocidades perpetradas contra os irmãos estudantes desses países”.

Ler o texto na íntegra aqui

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

O Globo, a Revolução Cubana e o Pan


Ivan Pinheiro

Secretário-geral do PCB

"Acrescentam tais notícias que, nas cidades do interior (na área de Sierra Maestra), registraram-se vários atos de sabotagem, inclusive um atentando contra uma escola rural."

O Globo, 1º de agosto de 1957 (página 9 do Segundo Caderno, 01/08/07)
(sobre atividades da guerrilha em Cuba, comandada por Fidel Castro)

"-Ele (Fidel) já se aposentou. Quem manda agora é seu irmão – disse o sapateiro Eduardo Diaz."

O Globo. 2 de agosto de 2007 (página 32 do Caderno Economia, 02/08/07)
(sobre especulações a respeito de divergências entre Fidel e Raul Castro)

As organizações Globo comemoram 50 anos de luta sem tréguas contra a Revolução Cubana. Que coerência! A campanha sistemática começou antes mesmo da entrada vitoriosa dos guerrilheiros em Havana, em 1º de janeiro de 1959!

São 50 anos de manipulação. Você consegue imaginar Fidel Castro, Chê Guevara e Camilo Cienfuegos cometendo atentado contra uma escola rural e, mais tarde, entrando gloriosamente em Havana, recebidos com festa por onde passavam? Você acredita que algum repórter entrevistou o "sapateiro Eduardo Diaz", em Cuba?

Durante este tempo, Fidel já esteve para ser "derrubado" e a economia cubana "faliu" dezenas de vezes. Logo após a queda do Muro de Berlim e da União Soviética, a contagem regressiva do fim do "regime cubano" era acionada o tempo todo. O grande debate era quantos dias duraria a "ditadura de Fidel"!

Na cobertura dos Jogos Pan-Americanos não podia ser diferente. Pelo contrário, teria que ser pior. A doença de Fidel aumentou o ódio do imperialismo, ao qual "O Globo" serve, pois desmoralizou uma mentira repetida durante décadas: sem ele, o socialismo acabaria. Lembram-se das imagens no Jornal Nacional quando do afastamento de Fidel? Os exilados cubanos em Miami fazendo festa e os "analistas" anunciando a derradeira contagem regressiva.

Foi ridícula a cobertura do Pan pela imprensa brasileira, em especial a da Rede Globo. Só o indomável Fausto Wolff teve a coragem de denunciá-la, em sua coluna no JB. Não era uma cobertura do Pan, como espetáculo esportivo. Era a cobertura das vitórias do Brasil no Pan! Uma competição indisfarçável com os cubanos pelo segundo lugar nas medalhas.

Quem visse a Globo durante o dia, assistia, em flashes ao vivo, no meio da programação, todas as vitórias do Brasil. À noite, quando se exibia o quadro de medalhas, muitos de nós devíamos nos perguntar como Cuba continuava na frente do Brasil, se durante o dia não ganhava nada. Só se via cubano ganhando medalha quando o confronto era contra o Brasil e nossas chances eram boas. E não ouvíamos o hino nacional cubano! No caso dos venezuelanos, como seus esportes principais não coincidem com os do Brasil, simplesmente não os vimos ganhar medalhas. Alguém aí se lembra do uniforme venezuelano? E, no entanto, a Venezuela ganhou 69 medalhas, chegando na frente da Argentina, pela primeira vez na história dos Pans.

A cobertura histérica e "patrioteira" da Globo, no indefectível estilo Galvão Bueno e com os gritinhos de "Brasil!", empurrou a torcida brasileira para um comportamento patético contra os "inimigos". Vaiavam-se atletas estrangeiros até nos momentos em que o esportista precisava concentração, desequilibrando o mais importante dos fatores numa competição: a igualdade de condições.

Mas nada se comparou à mais grosseira das manipulações da Globo no Pan: a "debandada" da equipe cubana no sábado à noite. Com duas equipes ao vivo, uma na Vila do Pan e outra no aeroporto do Galeão, a reportagem mostrava os atletas voltando para Cuba, enquanto o repórter informava ao distinto público que toda a delegação estava indo embora, por ordem do governo, porque no dia seguinte haveria uma "defecção em massa".

Ali, a Globo queria ir às forras pela ousadia dos cubanos de chegarem na frente do Brasil. Aproveitando-se de um erro da delegação cubana (não ter deixado alguns atletas do vôlei para receber as medalhas de bronze) e da defecção de três atletas (numa delegação de 520) que aceitaram ser comprados como mercadoria, na esperança de ficarem ricos no exterior, a emissora mentiu descaradamente e acabou pautando toda a imprensa no dia seguinte.

O desmentido saiu nas últimas páginas dos jornais de segunda-feira, em espaço reduzido. Mas o estrago estava feito. A verdade -- do conhecimento prévio da ODEPA, do COI e do governo brasileiro -- era outra. Como fizeram todas as delegações estrangeiras, inclusive a norte-americana, os atletas estrangeiros chegavam e saiam em função do cronograma dos jogos, na medida que algumas modalidades acabavam e outras iniciavam. O vôo da "debandada dos cubanos", no sábado à noite, era o penúltimo da volta gradual da delegação cubana, que dispunha de um único avião fretado, da Cubana de Aviación.

Mas a mentira teve perna curta. No domingo de manhã, a direção da Globo soube que o vôo de sábado não era o último e que haviam ficado quase 200 membros da delegação cubana, para a cerimônia de encerramento. Com todo o aparato técnico e equipes já instalados no Maracanã, a Globo resolveu suspender a transmissão, pois seria impossível esconder, ao vivo, a garbosa delegação cubana desfilando em meio às outras, cena que só pudemos assistir porque a Bandeirantes transmitiu. Aliás, só neste canal conseguimos ver os muitos maratonistas cubanos que participaram da competição no domingo de manhã: a Globo os escondeu!

Quanto às defecções, exploradas de forma sensacionalista, fizeram-me lembrar os milhares de atletas brasileiros que atuam no exterior -- como praticamente todos os jogadores de nossas seleções de futebol e de vôlei – e que são vendidos, alguns a peso de ouro, até à sua revelia, como mercadorias, por seus proprietários (empresas, clubes e empresários). Hoje mesmo, informa-nos a Globo, um jovem jogador gaúcho, aos 17 anos, ainda civilmente menor, foi vendido para a Itália por R$56 milhões! Lembro-me também, o que é mais triste, dos milhares de brasileiros que fogem daqui para tentar entrar ilegalmente nos Estados Unidos, com risco de vida, para lavar pratos ou entregar pizzas.

Como brasileiro, estou orgulhoso dos nossos atletas que ganharam medalhas, principalmente os que tiveram que lutar muito para vencer, num país capitalista, mesmo em esportes em que não é preciso ser rico, como iatismo ou hipismo. Quem de nós não encheu os olhos de lágrimas ao ver a fita de chegada da maratona ser rompida por um brasileiro de origem humilde? A primeira coisa que me veio à mente foi a certeza de que o Brasil tem tudo para ser o primeiro lugar em medalhas, inclusive olímpicas, quando tivermos aqui uma sociedade justa, democrática, fraterna, sem a exploração do homem pelo homem, como em Cuba, em que brancos, negros e mulatos, homens e mulheres, são rigorosamente iguais, em direitos e deveres.

Mas, cá entre nós, como internacionalista, estou muito orgulhoso com o primeiro lugar de Cuba neste Pan Americano, na frente dos Estados Unidos. Primeiro lugar? Alguém pode perguntar: mas não foi segundo? Não. O meu grande amigo Simões já fez as contas, irretorquíveis, baseadas no critério mais justo: a proporção de medalhas por cada milhão de habitantes.

Cuba, primeiro lugar disparado, ganhou neste Pan 11,25 medalhas por um milhão de habitantes. O Canadá, 4,15; a Venezuela, 2,65. E mais uma vitória do Brasil: com 0,89, chegamos na frente dos norte-americanos, que ficaram na lanterna, com 0,79!

Fonte: www.pcb.org.br

Leia também:

“A esquerda e a solidariedade às lutas na América Latina” (aqui)

quinta-feira, 31 de maio de 2007

Presos 3 dirigentes estudantis colombianos

Nas ações da ocupação feita a sangue e fogo pela Polícia Nacional no campus da Universidade de Cauca na madrugada de 31 de mayo, foram presos entre os 15 estudantes que se encontravam no "Claustro de Santo Domingo" três dirigentes da Associação Colombiana de Estudantes Universitários.

Jaime Muñoz, Alfredo Apréz e Alejandro Vega foram presos durante os obscuros feitos que, sob a ordem do presidente colombiano Álvaro Uribe, atentam novamente contra a autonomia universitária, o direito à manifestação e livre associação

Fazem apenas dois meses, Alejandro Vega, que atualmente é o representante dos estudantes no Conselho Acadêmico dessa Universidade, realizou uma viagem pela Europa participando do Festival Internacional dos Estudantes (ISFIT 07) na Noruega, onde chamou a atenção sobre a crise humanitária das universidades colombianas e alertava sobre a crescente mobilização que se organizava contra o chamado Plano Nacional de Desenvolvimento.

Hoje (31/05), Alejandro, vítima também das ameaças de grupos paramilitares juntamente com Jaime e Alfredo, igualmente que os outros 12 estudantes da Universidade de Cauca, foram vítimas da brutal agressão da polícia e permanecem detidos.

Fazemos um apelo aos amigos da democracia e defensores dos direitos humanos a nível nacional e internacional, para que se pronunciem sobre esta situação, exigindo a liberação imediata destes estudantes e que se mantenham atentos ao que possa se suceder no transcurso da semana com as demais universidades que se encontram em GREVE GERAL DE ESTUDANTES.


Associação Colombiana de Estudantes Universitários – ACEU


Organização Continental Latino-americana e Caribenha de Estudantes - OCLAE

Fonte: www.oclae.net

quarta-feira, 28 de março de 2007

Equador sediará 15º Congresso da OCLAE

País foi escolhido durante reunião da OCLAE, realizada na semana passada, no México; UNE participou e vai mobilizar estudantes brasileiros para o encontro



O Equador será a sede do 15° Congresso Latino Americano e Caribenho de Estudantes (CLAE), marcado para os dias 12 e 17 de novembro deste ano. A decisão foi unânime entre as 14 entidades estudantis presentes na última Reunião Consultiva da OCLAE, realizada na cidade de Guadalajara, México. A UNE, que faz parte do Secretariado Executivo da Organização, esteve presente.

Nessa reunião, além da data e a sede do próximo congresso, também foram aprovadas importantes resoluções e documentos, dentre eles o plano de trabalho da OCLAE para o ano de 2007 e as responsabilidades de cada entidade, incluindo UNE, UBES e ANPG (Associação Nacional dos Pós-Graduandos) –entidades brasileiras que fazem parte da Organização.

A delegação equatoriana presente a reunião comemorou bastante o fato de sediar um congresso da OCLAE pela primeira vez em seu país (o último foi realizado em São Paulo). Eles prometeram, neste momento mais favorável aos movimentos sociais equatorianos após a posse do presidente Rafael Correa, organizar uma estrutura que comporte mais de 20 mil estudantes de todas as partes de nosso continente.

Os fóruns da OCLAE são momentos fundamentais para a análise e o intercâmbio de experiências de luta do movimento estudantil latino americano. As entidades brasileiras, como sempre, estarão empenhadas em mobilizar os estudantes para que o Brasil possa ser mais uma vez uma das maiores delegações presentes, ajudando o movimento estudantil a impulsionar sempre mais as mudanças as quais nossa região inspira todo o mundo na atualidade.

Fonte: UNE

OCLAE realiza reunião consultiva

A Organização Continental Latino Americana e Caribenha de Estudantes (OCLAE) realizou sua Reunião Consultiva na Cidade de Guadalajara, México, entre os dias 22 e 25 de março desse ano, com mais de uma dezena de organizações membros participantes.

Este espaço tem-se convertido em um momento indispensável para a análise e o reordenamento do movimento estudantil latino-americano, onde a partir da crítica, o intercâmbio de idéias e as propostas de ações conjuntas se mantêm vigente o rol do estudantado em nossa sociedade e, consequentemente, no continente americano.

Os debates trataram sobre diversos tópicos, entre os quais a profunda vocação social dos estudantes, nosso papel nos projetos de integração que recorrem nossa América, a busca de novas formas de funcionar nas atuais condições de luta, a educação como direito humano, o resgate da memória do movimento estudantil, a comunicação como instrumento indispensável de nossa existência, a capacidade mobilizatória do movimento estudantil e as definições do XV Congresso Latino-americano e Caribenho de Estudantes, o qual se aprovou realizá-lo na Cidade de Quito, Equador, no próximo mês de novembro.

Sem sombra de dúvidas, a OCLAE reafirma seu rumo junto ao povo latino-americano e marca seu compromisso com o mesmo manifestando seu dever que como geração temos para manter a espécie humana ante as ameaças e ataques do império neoliberal que nos vigia.

Companheiros de luta, seguimos em combate!

Documentos aprovados na reunião:

Plano de Trabalho para o ano de 2007

Proposta de Estratégia Interna para o trabalho no ano de 2007

Fonte: OCLAE

sábado, 3 de março de 2007

OCLAE: sobre as ameaças de morte de dirigentes estudantis na Colômbia

OCLAE DENUNCIA À OPINIÃO PÚBLICA INTERNACIONAL AS AMEAÇAS DE MORTE SOFRIDAS POR SETE DIRIGENTES ESTUDANTIS DA ASSOCIAÇÃO COLOMBIANA DE ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS (ACEU).

Em meio à crise aos direitos humanos que atravessa o movimento estudantil colombiano, o ano 2006 é significativo. Neste período foram várias as ameaças das quais foram vítimas os estudantes, suas organizações, dirigentes estudantes de diferentes tipos, assim como grupos acadêmicos e professores. Situação que se repete de maneira cíclica pelo menos na última década.

Durante o ano de 2006 as ameaças recebidas foram cumpridas como demonstra a morte do estudante Milton Troyano na Universidade de Cauca durante o primeiro semestre e de Julián Andrés Hurtado representante estudantil da Universidade de Valle, assassinado no segundo semestre do mesmo ano. Estas ameaças se apresentaram de maneira similar em todas as universidades do país, tanto pública como privadas.

Muitos dos estudantes que no último comunicado das “águias negras” (novo nome das estratégias paramilitar e de guerra suja que vem desenvolvido o Estado), já vem sendo ameaçados.

Estes estudantes e organizações participaram de maneira comprometida e decidida nas campanhas contra a reeleição de Álvaro Uribe e têm (ou têm tido) simpatias, lideranças ou militância no Pólo Democrático Alternativo (PDA), partido de oposição política na Colômbia.

No último 13 de fevereiro chegou ao correio institucional do PDA mensagem eletrônica com una lista de 9 nomes ameaçados dos quais dois estudantes já se encontram mortos.

É preciso registrar que todos os estudantes que se encontram nessa lista foram ameaçados durante o ano imediatamente anterior, que suas situações foram denunciadas publicamente ante aos órgãos de controle e governamentais.

Dessa forma, a OCLAE e a ACEU exigem do governo colombiano e os organismos de controle:

1. A garantia de vida e integridade física e psicológica dos estudantes que se encontram ameaçados. Não somente os que aparecem nesta lista. Responsabilizamos ao governo nacional e ao conjunto da institucionalidade o que possa acontecer as pessoas ali ameaçadas.

2. A garantia ao exercicio da oposição política, a liberdade de associação e expressão do conjunto do movimento estudantil colombiano.

3. Se investigue, julgue e puna os responsáveis por estas ameaças e mortes.

4. Se façam as ações políticas pertinentes para o desmonte dessa nova expressão do paramilitarismo “águias negras”, quem tem demonstrado com sistemáticas violações de continuidade do projeto de controle político, social, territorial e militar, que se incentiva, ademais, desde a política de seguridade democrática do governo nacional.

"Recordamos que a responsabilidade primária de proteção dos Direitos Humanos recai de acordo com os princípios constitucionais e o articulado dos Tratados e Convênios Internacionais sobre o Estado Colombiano, ao ser este o sujeito responsável de velar pelo cumprimento do consagrado na Carta Política e por ser o que adquire os compromissos em matéria de Direitos Humanos e de Direito Internacional Humanitário ante a comunidade nacional e internacional"

Chamamos as organizações defensoras dos direitos humanos, ao conjunto da Comunidade Universitária, as organizações sociais e políticas no paí­s a empreenderem uma ação urgente para se juntarem aos estudantes, suas organizações e expressões organizativas

À comunidade Internacional para que se pronunciem ante as autoridades competentes para interceder pela vida e integridade física dos estudantes ameaçados e das expressões as quais pertencem.

PARA MAIORES INFORMAÇÕES:

Associação Colombiana de Estudantes Universitários (ACEU)

Organização Continental Latino-americana e Caribenha dos Estudantes (OCLAE)

sexta-feira, 22 de dezembro de 2006

Compromisso com a Revolução Cubana deu o tom do 7° Congresso da FEU.

No dia 20 de dezembro terminou o 7° Congresso da FEU (Federação de Estudantes Universitários de Cuba) que teve como lema, “Somos um exército de luz”. O evento contou com a presença de 774 delegados de diversos municípios e debateu diversos assuntos, entre eles, o compromisso com a defesa da Revolução.

O documento final é afirma que “A jovem geração de universitários defende nossa Revolução martiana, marxista-leninista, socialista e antiimperialista, consciente de que apenas ela assegura a verdadeira liberdade e dignidade a seus homens e mulheres, e soberania e independência à pátria”.

Outros temas foram debatidos, como o papel da juventude universitária na defesa da Pátria e da humanidade, o impacto social e o funcionamento da organização em cada rincão do país, a formação profissional com elevada cultura universal e o êxito de uma recreação sã, culta e útil para ajudar a manter a invulnerabilidade da Revolução.

O primeiro-secretário da UJC cubana, Julio Martinez, afirmou que este encontro demonstrou o compromisso que tem os jovens cubanos com a defesa da pátria e assegurou que este sentimento irá ser cultivado e construído diariamente para continuar a revolução.

Aos 84 anos, a FEU possui uma longa história de luta em defesa do povo cubano. Nos últimos anos, a federação têm se destacado com o seu trabalho junto às Brigadas Universitárias de Trabalho Social (BUTS). A FEU também investe na integração latino-americana, participando da OCLAE (Organização Continental Latino Americana e Caribenha dos Estudantes).

Veja aqui a revista universitária Alma Mater


(postagem resgatada de dezembro de 2006)